terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

TONS PASTEL

Esta é a minha maneira preferida de conjugar os tons pastel. Com alguma patine do tempo que lhes retira o aspecto demasiado "girlie" que a mim pessoalmente cansa, ao fim de algum tempo. No caso da última imagem, a conjugação é feita com peças contemporâneas, madeiras cruas, estilo minimal, o que trazendo uma abordagem diferente também "corta" o tal lado ligeiramente enjoativo de que vos falo. De resto adoro estes tons, são repousantes, tranquilos, criam harmonias suaves e são fáceis de conjugar. Não se pode pedir mais...

Mundane ceramic


via pinterest

moastidrom e Rum Magazine via pinterest
via french by design

TAJ WOOD & SCHERER

fotografia©sofiapinheiro
fotografia©sofiapinheiro e mokkasin
Depois de uma pausa para falar de outras coisas e, apesar do frio, gostava de voltar à Maison Et Objet, para vos apresentar uma marca que me encanta pela sua criatividade e cor. Trata-se da Taj | Wood & Scherer. As peças estão à venda online no seu site, mas mais do que comprar vale a pena uma visita a esta fonte de inpiração. A forma como se combinam os tons pastel com os fluorescentes é uma das tendências que continua a apetecer seguir. Os candeeiros são as minhas peças preferidas.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

IDEIAS Á SEXTA:

A ideia de hoje é fácil e económica. Com um módulo de gavetas ikea cria-se um conjunto de expositores de parede. Basta forrar os fundos e afixar!
Bom trabalho e bom fim-de-semana!

via pinterest



quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

TONS PASTEL

Por vezes acusam-me de ser demasiado "neutra" e gostar muito de cinzento. Na verdade adoro, ao contrário da maior parte das pessoas, que o acha tristonho e aborrecido, mas em segundo lugar gosto de tons pastel. Também gosto muito de simetria na decoração. É a forma mais fácil de criar harmonia, não há como errar. Vejam esta sala de inspiração vintage, fácil de recriar e tão tranquila. 

via
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O sofá da linha Soderham do Ikea é uma boa possibilidade para quem quiser experimentar o azul sem gastar muito. As capas de tirar e pôr são utéis para lavar e também para substituir se cansar. 

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

QUADROS NAS PAREDES

Há duas coisas que podem estragar por completo um ambiente, mesmo que tudo o resto esteja perfeito. A primeira é uma má iluminação e a outra é a disposição errada dos quadros nas paredes. Gosto quando as molduras são de diferentes origens e os conteúdos também. Gosto dos desenhos das crianças, com as fotografias de família e de objectos, colecções, coisas com uma história qualquer. A Arte como investimento faz-me confusão e como decoração ainda mais... Há pinturas que adoro e que nunca teria em casa. O grau de desconforto que a verdadeira Arte nos transmite não é para trazer para dentro de casa a condizer com a cor do sofá, mas isto é pessoal... 
Dito isto, aqui fica como inspiração uma selecção de imagens que recolhi no pinterest. Como se vê, há linhas de força nas composições que devem ser respeitadas, quer os quadros fiquem mais juntos ou mais afastados. Nuns casos, cria-se uma linha imaginária central e dispôe-se a partir daí, noutros imagina-se um rectângulo exterior e as molduras ficam confinadas a esse limite. É importante que o afastamento entre molduras seja proporcional ao tamanho dos quadros, ou seja, quanto mais pequenos, mais juntos devem ficar. Os maiores devem ter mais espaço para respirar, embora como mostram os exemplos juntos, todas estas regras possam ser quebradas com sucesso. Mas para ignorar as regras com estilo... é preciso conhecê-las primeiro!

via e via
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via e via

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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

COZINHA CINZENTA

O resultado do inquérito da semana passada foi bem claro! Querem ver casas em primeiro lugar e mais do que tudo :-) Então aqui fica uma que vale mesmo a pena espreitar, começando pela cozinha. Pertence à arquitecta Ebba Thott. Já viram bem esta cozinha? Tem tudo aquilo de que tantas vezes vos falo: Azulejos de metro: tem! Armários cinzentos: tem! Prateleiras em vez de armários superiores: tem! Muita luz: tem! Madeiras recicladas: tem! E está tudo dito...

imagens Anna Gillar

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

100 IDEIAS


fotografia©sofiapinheiro
Hoje quero falar-vos de uma revista que os mais novos não conheceram mas que se mantem certamente na memória de alguns da minha geração e mais velhos. Esta revista francesa, 100 idées de seu nome, contribuiu sem sombra de dúvida para a minha formação e para as minhas escolhas profissionais futuras. Começou a aparecer lá em casa era eu ainda uma criança, o primeiro exemplar que tenho guardado é de 1976. A minha mãe não comprava sempre, era dificil de encontrar, quando alguma amiga conseguia um exemplar este era trocado e partilhado, as ideias discutidas e muitas vezes postas em prática. O que fazia desta revista um caso especial no panorama das revistas femininas era a sua clara afirmação pela diferença. Ao folhear estas relíquias posso encontrar uma reportagem sobre ponto de cruz em que viajamos pelo folclore da Europa Central ou uma reportagem sobre origami perfeitamente enquadrada no seu contexto histórico e social de origem. As produções são extremamente modernas, no sentido em que têm uma actualidade que as mantem válidas, sem aquele aspecto levemente ridículo que nos provoca um sorriso quando vemos as imagens típicas dos anos 70. Estas não. Algumas podiam ser publicadas hoje, quase sem alterações. 
As ideias eram apresentadas de forma fácil, havia um caderno de explicações com os graus de dificuldade assinalados e uma legião de seguidores: os "centidéalistes"que não só realizava as ideias sugeridas, como enviava as fotografias e partilhava as suas obras, criando um verdadeiro sentido de comunidade, raro para a época. Mas o que levava esta revista directamente ao coração das pessoas era o grau de identificação que promovia, as modelos eram raparigas comuns, que encontramos na porta ao lado, havia famílias completas, avós e avôs, os homens com as crianças a assumirem o seu novo papel na família. Mais do que uma revista de modas e bordados, promoveu novos estilos de vida. Não é preciso dizer muito mais para perceberem que este nome - 100 ideias - tem uma enorme carga afectiva para mim.